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Geração Y no mercado de trabalho não é tão desleal quanto você imagina

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OpenAI ChatGPTPerplexity PerplexityGrok Grok

Eles já foram rotulados como distraídos, superficiais, impacientes, ansiosos e até narcisistas. Ao mesmo tempo, eles se interessam por causas sociais, se preocupam com o ambiente, e querem participar daconstrução de um mundo melhor. Com um perfil, no mínimo, diferente, os jovens da Geração Y, nascidos entre 1994 e 1981, já tiraram o sono de gestores de empresas e especialistas em gestão de pessoas. Mas, talvez, lidar com eles pode não ser tão difícil assim. Neste post, iremos falar um pouco sobre o comportamento da geração Y no mercado de trabalho…boa leitura!

Barney da série How I Met Your Mother fazendo sinal de curtir e sorrindo

Você vai ler neste post

  • Uma geração que não fica parada. Ou fica?
  • Uma geração que quer sim investir na carreira
  • Uma geração que quer autorrealização
  • Uma geração que (pasmem!) quer estabilidade
  • Fazer o que gosta = bem-estar. É o que pensa a Geração Y no mercado de trabalho

Uma geração que não fica parada. Ou fica?

Com o olhar muito voltado para si mesmo, no mercado de trabalho, os profissionais desta geração ganharam fama pelo descontentamento e pela desistência de projetos. Se não gostam daquela empresa e do que ela oferece, eles não temem e agarram outra oportunidade. Ou se jogam, mesmo sem ter outra vaga em vista. Ou seja, é por isso que muitos intitulam a geração Y no mercado de trabalho como desleal.

Mas, pesquisas têm mostrado que esta tendência comportamental já não se confirma com tanta frequência. Na contramão do movimento ‘pula-pula’, no qual o jovem migra de uma empresa para outra, muitos já pensam duas vezes antes deixar um emprego. E pretendem, inclusive, construir carreira na empresa em que trabalham atualmente.

Uma geração que quer sim investir na carreira

Segundo pesquisa elaborada pela Universidade da Califórnia, com a participação de 25 mil jovens de 22 nacionalidades, cerca de 44% deles gostariam de ficar o resto da vida na empresa em que estão. O dado surpreende, se levarmos em conta o perfil e os comportamentos que elencamos. Portanto, quem é gestor e quer reter talentos, pode até comemorar. Afinal, temos um grupo de profissionais da Geração Y que já pensa diferente e quer investir em projetos e carreira. Exigentes como são, é claro que eles têm seus critérios.

Uma geração que quer autorrealização

Os jovens mudaram a perspectiva principalmente por conta de aspectos importantes que, para eles, são prioridades. É bom você saber que qualidade de vida e estabilidade ganham disparado. A primeira diz respeito ao bem-estar, ao equilíbrio entre família, lazer e trabalho, ao tempo para a vida pessoal, ao nível de pressão tolerável, e, sobretudo, à vontade de fazer o que gosta. Ou seja, a Geração Y no mercado de trabalho busca estar realizada e feliz fazendo o que tem como objetivo.

Certamente, os jovens da Geração Y querem conquistar a autorrealização. Algo que, até pouco tempo, era apenas um conceito. Então, se você pensa em investir em relações de trabalho duradouras leia a próxima frase. Assim, proporcionar o caminho da autorrealização para os jovens talentos deve ser parte da missão da sua agência.

Giphy Personagem da série The Office comemorando com um pulo.

Uma geração que (pasmem!) quer estabilidade

Dentre os requisitos elencados por eles, a estabilidade aparece como outro elemento central. Aqui, não falamos de acomodação ou trabalho monótono e fácil demais. É isso mesmo, a Geração Y no mercado de trabalho busca estabilidade. Neste contexto, a estabailidade deve permitir a construção de uma carreira sólida. Além de conferir segurança e estimular o profissional a aprender mais. Também, a se desafiar e planejar o futuro, em um movimento que visa à sua independência.

Se a agência atende esses requisitos e oferece o melhor para a equipe, o trabalho de valorização e incentivo aos profissionais traz excelentes resultados. As pessoas crescem, se desenvolvem, sentem-se fortes para encarar novos desafios. Perdem medos, adquirem conhecimento e passam a ter um desempenho superior. Logo, sentem-se mais felizes com os resultados alcançados e também com a vida pessoal, impactada pelos bons frutos do trabalho.

Fazer o que gosta = bem-estar. É o que pensa a Geração Y no mercado de trabalho

A verdade é que o equilíbrio entre o bem-estar, a possibilidade de fazer o que gosta e o sentimento de autorrealização encanta os jovens da Geração Y. Não é tão difícil conquistar a lealdade deles. Pense na política de gestão de pessoas que você consideraria ideal lá atrás, no início da sua carreira, e, agora, aplique o que for possível na realidade da agência. O modo de valorizar as pessoas e se relacionar é transformador.

A geração é nova, mas a essência do ser humano é uma só. Não tem nenhum segredo, nem mesmo uma fórmula para fidelizar os jovens profissionais, temos apenas indicativos do que eles desejam. Em uma pesquisa feita pelo Grupo Votorantim, eles revelaram os seus principais anseios: buscam perspectivas de crescimento e valorizam o ambiente de trabalho com relações profissionais respeitosas e positivas.

Ah! Eles contaram também que se sentem mais seguros com bons líderes, trabalhando lado a lado, e mais motivados com um plano de carreira individualizado. Ou seja, um conjunto de desejos comuns e relativamente simples. Aparentemente desleais, porém, se você souber como valorizá-los, este estereótipo se desconstrói.

Enfim, apostamos que sua agência é capaz de fazer o jovem da Geração Y vestir a camisa e querer ficar. E como já dissemos antes, tente ajudar quem está ao seu redor a ser feliz, assim você os conquista e gera ainda mais engajamento no trabalho, na vida e, possivelmente, criando até boas amizades.

Ariadna Straliotto

Jornalista por formação e Especialista em Administração da Comunicação pela Sustentare Escola de Negócios. Apaixonada por pessoas e curiosa, tem a certeza que nasceu para comunicar. Há dez anos, trabalha na área, tendo ampla experiência em comunicação corporativa, inbound marketing e gestão de redes sociais.

  • Por Ariadna Straliotto em 18/05/2016
  • Categoria: Gestão
  • Tags: colaborador, Equipe, funcionário, geração y, mercado de trabalho, profissionais, time

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